Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho

Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho

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Nutricionista clínica funcional com especialização em Fitoterapia. Atendimento em Curitiba/ PR e Online.

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 10/06/2026

ELES ESTRAGAM: E VOCÊ DEVERIA INVESTIR NELES!

Nos acostumamos a avaliar os alimentos pela praticidade, pelo preço ou pela durabilidade. Mas raramente paramos para pensar no que acontece dentro do nosso organismo quando fazemos essas escolhas diariamente.

Nosso corpo foi construído para extrair nutrientes de alimentos naturais, ricos em vitaminas, minerais, fibras, enzimas e compostos bioativos que participam de milhares de reações metabólicas todos os dias.

Cada refeição é uma informação enviada ao organismo. Ela pode favorecer a produção de energia, a renovação celular, o equilíbrio da microbiota intestinal, a resposta imunológica e os mecanismos naturais de reparo do corpo. Ou pode simplesmente fornecer calorias com pouco valor nutricional.

Quando escolhemos alimentos mais próximos da sua forma original, estamos oferecendo matéria-prima viva para que o organismo funcione da maneira como foi programado para funcionar.

Não se trata apenas de matar a fome. Trata-se de nutrir células, tecidos, órgãos e sistemas que trabalham incessantemente para manter sua saúde.

A comida não entrega apenas nutrientes. Ela entrega sinais, informações e energia para cada processo que mantém você vivo. E o seu corpo responde a essas mensagens todos os dias!

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 08/06/2026

MÚSCULOS & INTESTINO

Uma conexão que por muito tempo passou despercebida pela ciência. Quando pensamos em saúde intestinal, normalmente lembramos de digestão, imunidade e absorção de nutrientes. Mas pesquisas recentes mostram que a microbiota intestinal pode influenciar muito mais do que isso.

As bactérias intestinais fermentam fibras alimentares e produzem substâncias chamadas ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), especialmente o butirato. Esses compostos atuam como verdadeiros mensageiros metabólicos, participando de processos importantes para o equilíbrio do organismo.

Além de contribuírem para a integridade da mucosa intestinal, eles ajudam a modular respostas inflamatórias, favorecem o funcionamento celular e participam de mecanismos relacionados à manutenção da força e da funcionalidade muscular.

Por isso, a influência da microbiota não se limita ao intestino. Ela pode repercutir em diferentes sistemas do corpo, criando uma rede de comunicação capaz de impactar metabolismo, vitalidade e qualidade do envelhecimento.

Outro aspecto interessante é que essa relação acontece nos dois sentidos. O exercício físico não apenas beneficia os músculos, ele também favorece uma microbiota mais diversa e equilibrada, estimulando um ambiente intestinal associado à saúde.

Cada vez mais, a ciência reforça uma visão integrativa do organismo: intestino, músculos, metabolismo e sistema imunológico estão profundamente conectados.

Cuidar da saúde intestinal não é apenas uma estratégia digestiva. É também uma estratégia metabólica, inflamatória e muscular.

Você já conhecia o chamado eixo intestino-músculo?

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 08/06/2026

MÚSCULOS & INTESTINO

Uma conexão que por muito tempo passou despercebida pela ciência.
Quando pensamos em saúde intestinal, normalmente lembramos de digestão, imunidade e absorção de nutrientes. Mas pesquisas recentes mostram que a microbiota intestinal pode influenciar muito mais do que isso.

As bactérias intestinais fermentam fibras alimentares e produzem substâncias chamadas ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), especialmente o butirato. Esses compostos atuam como verdadeiros mensageiros metabólicos, participando de processos importantes para o equilíbrio do organismo.

Além de contribuírem para a integridade da mucosa intestinal, eles ajudam a modular respostas inflamatórias, favorecem o funcionamento celular e participam de mecanismos relacionados à manutenção da força e da funcionalidade muscular.

Por isso, a influência da microbiota não se limita ao intestino. Ela pode repercutir em diferentes sistemas do corpo, criando uma rede de comunicação capaz de impactar metabolismo, vitalidade e qualidade do envelhecimento.

Outro aspecto interessante é que essa relação acontece nos dois sentidos. O exercício físico não apenas beneficia os músculos, ele também favorece uma microbiota mais diversa e equilibrada, estimulando um ambiente intestinal associado à saúde.

Cada vez mais, a ciência reforça uma visão integrativa do organismo: intestino, músculos, metabolismo e sistema imunológico estão profundamente conectados.

Cuidar da saúde intestinal não é apenas uma estratégia digestiva. É também uma estratégia metabólica, inflamatória e muscular.

Você já conhecia o chamado eixo intestino-músculo?

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 21/05/2026

NUTRIENTES CHAVES QUE POUCOS AVALIAM

Muitas pessoas passam anos tentando entender sintomas como cansaço frequente, queda de cabelo, dificuldade de concentração, intestino irregular, ansiedade ou baixa disposição sem imaginar que o organismo pode estar funcionando com insuficiência de nutrientes importantes para o metabolismo.

O problema é que essas alterações nem sempre aparecem de forma evidente nos exames tradicionais. Antes de uma deficiência se tornar “grave”, o corpo frequentemente já começa a demonstrar sinais de perda de adaptação e funcionamento.

Vitaminas e minerais atuam em praticamente todos os sistemas do organismo. Eles participam da produção de energia celular, equilíbrio hormonal, imunidade, recuperação muscular, saúde cerebral, controle inflamatório e proteção antioxidante. Quando esses processos começam a falhar, o corpo deixa de funcionar com eficiência.

Além disso, não basta apenas consumir nutrientes. O intestino precisa conseguir digerir, absorver e utilizar adequadamente aquilo que é ingerido. Inflamação intestinal, disbiose, gastrite, baixa acidez gástrica, alterações digestivas e uso contínuo de medicamentos podem comprometer essa absorção silenciosamente.

Na prática clínica, muitas vezes não é apenas “falta de força de vontade” ou “idade”. O organismo pode simplesmente estar sem os recursos bioquímicos necessários para funcionar da maneira ideal.
Investigar nutrientes-chave é investigar a base do funcionamento do corpo.

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 18/05/2026

Kiwi na constipação?

O que antes era centrado no mamão e na ameixa hoje vem sendo reavaliado dentro das abordagens mais atuais para constipação intestinal.

O kiwi passou a ganhar destaque porque sua ação vai além do simples aporte de fibras. Ele atua em diferentes frentes do funcionamento intestinal ao mesmo tempo.

Entre seus mecanismos, estão compostos que favorecem o equilíbrio da microbiota, uma enzima natural que auxilia o processo digestivo e efeitos que contribuem para a hidratação do conteúdo intestinal e estímulo do trânsito.

Na prática, isso se reflete em evacuações mais regulares, menor esforço e uma melhora global da consistência das fezes.
Os dados clínicos mostram que, em muitos casos, a inclusão de aproximadamente dois kiwis por dia já é suficiente para gerar melhora significativa do quadro de constipação.

Em vez de estratégias agressivas, o foco passa a ser suporte fisiológico e reorganização do funcionamento intestinal.

Referências:
DOI: 10.1155/2022/7596920
DOI: 10.14309/ajg.0000000000002124.

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 07/05/2026

SIBO?

SIBO (supercrescimento bacteriano do intestino delgado) é uma condição cada vez mais comum na prática clínica — e frequentemente subdiagnosticada.

Na visão funcional, não tratamos apenas o excesso de bactérias, mas investigamos por que esse desequilíbrio aconteceu. Um dos principais fatores é a alteração da motilidade intestinal, ou seja, quando o intestino perde eficiência para movimentar e “limpar” adequadamente resíduos e bactérias entre as refeições.

Outro ponto muito importante é a baixa acidez gástrica.
Sem ácido suficiente no estômago, bactérias deixam de ser eliminadas corretamente, favorecendo fermentação excessiva e migração bacteriana para o intestino delgado.

Além disso, alguns fatores podem alterar profundamente o equilíbrio digestivo, como:
✔ estresse crônico
✔ uso frequente de antibióticos
✔ uso prolongado de antiácidos
✔ alimentação inflamatória
✔ disbiose intestinal

O tratamento eficaz envolve etapas importantes:
• Restaurar a digestão
• Reduzir o supercrescimento bacteriano
• Melhorar o funcionamento intestinal
• Reparar a mucosa intestinal
• Evitar recidivas

⚠️ Apenas “matar bactérias” sem corrigir o ambiente intestinal, o terreno biológico, costuma levar à recorrência dos sintomas.
O objetivo do tratamento funcional é restaurar a capacidade natural do organismo de manter equilíbrio digestivo e intestinal.

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 14/04/2026

IODO: ESSENCIAL PARA TIREÓIDE

O iodo é muitas vezes negligenciado — mas sem ele, a tireoide simplesmente não consegue funcionar adequadamente, já que é a matéria-prima para a produção dos hormônios T3 e T4. Em um cenário moderno, estamos cada vez mais expostos a substâncias que competem com esse mineral essencial, como flúor, cloro e bromo, o que pode reduzir sua disponibilidade no organismo mesmo quando a ingestão parece adequada.

Além disso, fatores como inflamação intestinal, baixa acidez gástrica e disbiose podem prejudicar a absorção e utilização do iodo, enquanto a sobrecarga de toxinas ambientais impacta diretamente o equilíbrio hormonal e a função hepática — essencial para a conversão e regulação dos hormônios tireoidianos.

Por isso, muitos sintomas como cansaço, dificuldade de emagrecimento, queda de cabelo e lentidão metabólica nem sempre são apenas “hormonais”, mas refletem um contexto mais amplo. Mais do que suplementar, é fundamental olhar para o organismo como um todo: absorção, inflamação, exposição ambiental e equilíbrio nutricional.

⚠️ Principalmente em casos como Hashimoto ou outras condições autoimunes, a individualização é indispensável, já que tanto a deficiência quanto o excesso de iodo podem impactar negativamente.

Você já avaliou sua ingestão de iodo ou sua exposição a halogênios?

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 31/03/2026

VIVER COM QUALIDADE É POSSÍVEL!

Nas regiões conhecidas como Blue Zones, a longevidade não está ligada a estratégias isoladas, mas a um estilo de vida coerente ao longo dos anos. Lugares como Okinawa, Sardenha, Icária, Península de Nicoya e Loma Linda mostram que comer vai muito além de nutrientes.

A alimentação é simples, baseada em comida de verdade, com predominância vegetal e pouca interferência industrial. Mas o diferencial está na relação com a comida: refeições feitas com calma, em ambiente social, com atenção aos sinais de fome e saciedade — sem excessos e sem culpa.

O sono segue um ritmo mais natural, respeitando o ciclo do dia, com momentos de descanso ao longo da rotina. Não se trata apenas de dormir mais, mas de viver em um contexto que permite ao corpo desacelerar.

No fundo, essas populações nos mostram que saúde metabólica, digestiva e até emocional não vêm de protocolos complexos, mas da constância de hábitos básicos bem feitos — onde comer, descansar e se conectar fazem parte do mesmo sistema.

👉 Pequenas mudanças hoje podem gerar grandes transformações amanhã!
👉 Cada refeição é uma oportunidade de se transformar!

Photos from Nutricionista Vanessa Raksa Carvalho's post 25/03/2026

QUAL MELHOR SAL?

Quando falamos em “qual é o melhor sal”, o ponto principal não é apenas a origem, mas o quanto ele foi modificado até chegar na sua alimentação.

A diferença entre eles está no nível de processamento, na presença de aditivos e na manutenção (ou não) de pequenas quantidades de minerais naturais.

O sal refinado passa por etapas intensas de purificação e acaba ficando praticamente apenas com o cloreto de sódio. Já o sal marinho provem da evaporação da água do mar, mas ainda pode sofrer algum grau de processamento ao longo do caminho.

As versões mais puras são: o sal marinho integral, o sal rosa e a flor de sal. São estes que preservam melhor suas características naturais e não passam por refinamento químico.

Cada um tem uma proposta diferente, seja pela origem, textura ou uso culinário. Para o uso no dia a dia, o sal marinho integral costuma ser a melhor escolha por ser menos processado e livre de aditivos.

Mas é importante alinhar a expectativa: ele não deve ser visto como fonte relevante de minerais, porque essas quantidades são apenas traços. No final, não se trata de buscar “o sal mais nutritivo”, e sim de escolher um sal menos processado e usar com equilíbrio. 🧂

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