Dra Karla Maggi
🏆 Gastroenterologista
Especialista em Saúde Intestinal. RQE 53067
Milhares de vidas transformadas. Presencial em SP | Telemedicina.
FIT: um exame simples que pode ajudar a detectar câncer colorretal
Você não precisa esperar ter sintomas para cuidar do seu intestino.
O FIT, teste imunológico f***l, pesquisa pequenas quantidades de sangue nas fezes que muitas vezes não são visíveis a olho nu.
E por que isso importa?
Porque pólipos e alguns tumores do intestino podem sangrar antes mesmo de provocar dor, alteração do hábito intestinal ou perda de peso.
O FIT é simples, não invasivo e pode fazer parte do rastreamento do câncer colorretal, especialmente na população indicada para rastreamento.
Mas atenção: um resultado positivo não significa que você tem câncer. Ele indica que é necessário investigar a origem desse sangramento, geralmente com colonoscopia.
A melhor estratégia não é esperar o intestino reclamar.
É fazer prevenção.
📌 Converse com seu gastroenterologista para saber qual estratégia de rastreamento é adequada para você.
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17/08/2026
Você já ouviu falar em intestino permeável, mas será que a ciência sustenta o que tanto se comenta por aí? É importante entender o que a evidência médica realmente mostra, quais sinais merecem investigação e como pensar na questão com critério clínico, especialmente para quem lida com sintomas digestivos persistentes, inflamação, dificuldade para emagrecer, fadiga e alterações metabólicas. Também é importante avaliar o papel da microbiota intestinal e o que pode ser avaliado com exames, incluindo o teste respiratório do hidrogênio expirado. Um diagnóstico melhor começa com entendimento melhor, com segurança e acompanhamento individualizado.
https://www.karlamaggi.com/intestino-permeavel/
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O câncer colorretal não é mais uma doença que devemos associar apenas à idade avançada.
A incidência em pessoas mais jovens vem aumentando, e um dos grandes problemas é que os sintomas podem ser confundidos com problemas intestinais comuns.
🚨 Sangue nas fezes
🚨 Mudança persistente do hábito intestinal
🚨 Diarreia ou constipação sem explicação
🚨 Dor ou distensão abdominal recorrente
🚨 Anemia sem causa definida
🚨 Perda de peso inexplicada
🚨 Sensação de evacuação incompleta
Ter esses sintomas não significa que você tenha câncer. Mas significa que eles merecem investigação, principalmente quando são persistentes ou estão mudando o padrão habitual do intestino.
E existe um ponto importante: não normalize sintomas intestinais só porque você é jovem.
O diagnóstico precoce pode mudar completamente o tratamento e o prognóstico.
Se você conhece alguém jovem que apresenta sintomas persistentes, envie este vídeo. Informação também pode salvar vidas.
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16/08/2026
Acordar com queimação ou tosse à noite pode ser mais do que “azia”: o refluxo noturno costuma estar ligado a hábitos, alimentação e até a posição de dormir. Mas é possível reduzir os episódios com segurança, sem improvisos, apenas com orientações que fazem sentido para o seu organismo. Aqui explico o que vale a pena ajustar primeiro e quando investigar causas por trás do sintoma, inclusive com uma visão que integra digestão, microbiota e longevidade.
https://www.karlamaggi.com/como-reduzir-refluxo-noturno/
A caneta emagrece. Mas o intestino também sente.
Se você usa Wegovy, Mounjaro ou outras medicações para emagrecimento, provavelmente já percebeu alguma mudança no funcionamento do intestino.
Náuseas, sensação de estômago cheio, constipação, diarreia, gases e estufamento podem acontecer porque essas medicações alteram a velocidade do esvaziamento gástrico e o trânsito gastrointestinal.
O problema é quando a pessoa simplesmente “aceita” o desconforto e acha que precisa conviver com ele.
Não precisa.
A alimentação, a hidratação, a quantidade de fibras e o funcionamento intestinal precisam ser acompanhados durante o tratamento.
Emagrecer não deveria significar abandonar a saúde do intestino.
Você usa alguma caneta para emagrecimento? Como ficou seu intestino depois que começou?
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H. pylori e câncer gástrico: qual é a relação?
Você sabia que uma bactéria muito comum pode aumentar o risco de câncer de estômago?
Estou falando da Helicobacter pylori, uma bactéria que pode causar inflamação crônica na mucosa gástrica e, ao longo dos anos, contribuir para alterações que aumentam o risco de câncer gástrico.
Mas atenção: ter H. pylori não significa que você terá câncer. O risco depende de vários fatores, incluindo genética, histórico familiar, alterações da mucosa e tempo de infecção.
A boa notícia é que a erradicação da H. pylori reduz o risco de câncer gástrico, especialmente quando identificada e tratada antes que ocorram alterações mais avançadas.
Por isso, não ignore sintomas persistentes, histórico familiar ou alterações encontradas na endoscopia.
H. pylori tem diagnóstico, tratamento e acompanhamento.
Salve este vídeo e envie para alguém que precisa saber disso.
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Muita gente convive com H. pylori anos sem saber, e o problema não é só o desconforto do dia a dia.
Essa bactéria é uma das principais causas de gastrite crônica e úlcera péptica, e está diretamente ligada ao risco aumentado de câncer gástrico a longo prazo.
Erradicar H. pylori reduz a inflamação da mucosa, diminui as chances de progressão para lesões pré-cancerígenas e protege o estômago de danos que se acumulam silenciosamente.
Trata-se de curar um sintoma isolado e reduzir um risco real para o futuro.
Se você já teve gastrite recorrente, vale investigar.
Salva esse vídeo e manda pra quem precisa saber disso.
A tecnologia está mudando a forma como o médico trabalha. E eu acredito que precisamos olhar para isso com critério, não com medo.
Para quem cuida de doenças crônicas, isso pode fazer uma diferença enorme.
Porque o desafio não é apenas fazer uma boa consulta.
É não perder a continuidade desse cuidado.
Imagine terminar uma consulta e ter, de forma organizada, o resumo do que foi discutido, as condutas definidas, os exames solicitados e aquilo que precisa ser acompanhado.
A tecnologia não substitui o raciocínio médico.
Ela pode reduzir tarefas burocráticas e devolver ao médico algo que hoje é cada vez mais precioso: tempo para pensar e cuidar.
E talvez esse seja um dos grandes caminhos da medicina nos próximos anos:
menos tempo preenchendo sistemas.
Mais tempo cuidando de pessoas.
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