Catarina Correia Chega
Por um País melhor.
24/03/2026
Caso Epstein x Portugal!
[...] Na proposta agora apresentada, o partido liderado por André Ventura defende que Portugal não pode ignorar a possibilidade de existirem cidadãos portugueses envolvidos ou mencionados na documentação reunida pelas autoridades dos Estados Unidos.
Segundo o diploma a que o Folha Nacional teve acesso, investigações jornalísticas e processos judiciais ligados ao caso Epstein revelaram uma rede de cúmplices, beneficiários e facilitadores espalhados por vários países, o que levanta a necessidade de escrutinar eventuais ligações portuguesas.
Em Portugal, o tema traz também à memória o escândalo Casa Pia, um dos casos judiciais mais mediáticos das últimas décadas, que revelou uma rede de abusos se***is de menores envolvendo figuras públicas e marcou profundamente o debate nacional sobre crimes desta natureza. [...]
Leia aqui 👇🏻:
https://folhanacional.pt/2026/03/18/chega-quer-conhecer-portugueses-envolvidos-no-escandalo-epstein/
23/02/2026
COM A PRESSÃO DO CHEGA NOS AÇORES O RSI BAIXOU 60%!
Entre dezembro de 2019 e dezembro de 2025, o número de beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) nos Açores passou de cerca de 15.000 para aproximadamente 6.000 pessoas. Uma redução próxima de 60%.
Não são opiniões. São dados oficiais.
As informações constam das Sínteses Estatísticas da Segurança Social, publicadas pelo Instituto da Segurança Social (ISS, I.P.), podendo ser confirmadas e cruzadas com indicadores do Instituto Nacional de Estatística (INE).
Durante anos, os Açores foram campeões nacionais na dependência do RSI. Proporcionalmente, éramos uma das regiões com mais beneficiários do país. Isso não era solidariedade. Era falência de modelo. Era acomodação política. Era um sistema que premiava a dependência e penalizava quem trabalhava.
O CHEGA Açores sempre disse o que muitos tinham medo de afirmar: o RSI não pode ser um modo de vida.
A redução agora verif**ada não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve pressão política clara da nossa parte sobre o Governo Regional e uma mudança de discurso.
Durante anos repetimos:
• O RSI deve ser um apoio transitório, não um rendimento vitalício.
• Deve existir fiscalização efetiva e cruzamento rigoroso de dados.
• Quem tem capacidade para trabalhar deve integrar o mercado de trabalho.
• A justiça social começa na proteção de quem trabalha e desconta.
Reduzir beneficiários não é abandonar quem precisa. É separar necessidade real de abuso. É devolver dignidade ao trabalho. É dizer que o Estado não pode ser cúmplice da dependência permanente.
Os números são oficiais. As fontes são públicas. A tendência é clara.
Os Açores não podem voltar ao assistencialismo crónico que nos colocou na cauda do país. Precisamos de produtividade, responsabilidade e autonomia económica. Precisamos de um modelo que premie o esforço e não a inércia.
A verdadeira inclusão social não se faz com cheques eternos. Faz-se com exigência, oportunidade e dignidade através do trabalho.
E quando há coragem política para mudar, os resultados aparecem.
Fontes:
– Instituto da Segurança Social, I.P., Síntese Estatística da Segurança Social, dezembro de 2019 e dezembro de 2025.
– Instituto Nacional de Estatística (INE), indicadores sociais regionais.
23/02/2026
FINALMENTE O GOVERNO REGIONAL COMEÇA A PERCEBER QUE A HABITAÇÃO É PARA QUEM TRABALHA
O Presidente e Deputado do CHEGA Açores, José Pacheco, esteve hoje no lançamento da primeira pedra do loteamento da Rua do Navio, nas Capelas, que prevê a construção de 36 novas moradias, ao abrigo do PRR, na modalidade de Arrendamento com Opção de Compra.
A presença de José Pacheco — pouco habitual em iniciativas promovidas pelo Governo Regional — teve um motivo claro: reconhecer quando se começa a trilhar o caminho certo. O CHEGA Açores está na política para fiscalizar, denunciar o que está mal, mas também para reconhecer quando há sinais de mudança. E, neste caso, há um princípio que finalmente começa a ganhar espaço, é que a habitação deve servir para criar proprietários, não dependentes do Estado.
O CHEGA Açores nunca defendeu casas dadas, mas sim casas que as pessoas possam pagar com o fruto do seu trabalho. Não defendemos um modelo em que o dinheiro público e os fundos europeus são enterrados em arrendamento social permanente, criando guetos de dependência e situações em que rendas simbólicas nem sequer são pagas. Isso não é justiça social. Isso é perpetuar o problema.
A solução passa por modelos como o arrendamento com opção de compra — uma via que o CHEGA tem defendido de forma consistente. Quem trabalha, paga uma renda justa e, ao fim de alguns anos, torna-se proprietário. Cria-se património, estabilidade familiar e responsabilidade. O Estado deixa de ser senhorio e passa a ser facilitador, com menos assistencialismo e mais propriedade, com menos dependência e mais autonomia, com menos socialismo e mais responsabilidade.
Se este loteamento nas Capelas for um primeiro passo numa mudança estrutural da política de habitação na Região, o CHEGA cá estará para apoiar. No entanto, f**a o alerta: não basta uma obra para resolver o problema. É preciso mudar o paradigma.
A habitação não é para “coitadinhos” profissionais. É para quem trabalha, para quem contribui, para quem quer construir o seu futuro nos Açores. E esse futuro faz-se com propriedade, dignidade e responsabilidade — não com dependência permanente do Estado.
Capelas, 20 de Fevereiro de 2026
CHEGA I Comunicação
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