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Minha missão é fazer desabrochar a beleza de cada pessoa, respeitando a sua individualidade!
Aos professores, que tantas vezes são nossos segundos pais… ❤️🍎
Houve um tempo em que chamávamos nossos professores de segundos pais. E essa expressão carregava um significado muito especial: o reconhecimento de que, depois da família, havia alguém que também nos ajudava a crescer, aprender e descobrir quem poderíamos nos tornar.
O professor que acolhia nossas dúvidas, incentivava nossos sonhos, corrigia nossos erros e acreditava em nós, mesmo quando nem nós mesmos acreditávamos.
Hoje, sabemos que educar vai muito além de transmitir conhecimentos, ensinar a ler, escrever ou resolver problemas matemáticos.
Educar é perceber quando um aluno não está bem. É compreender que, por trás de um comportamento difícil, pode existir uma criança que precisa ser ouvida. É respeitar as diferenças, reconhecer potencialidades e encontrar maneiras de ensinar sem deixar ninguém para trás.
É uma tarefa que exige conhecimento, paciência, sensibilidade e, sobretudo, humanidade.
Sabemos que os desafios da educação são enormes. Por isso, neste Dia dos Professores, além dos parabéns, precisamos oferecer a esses profissionais algo igualmente importante: respeito, valorização, condições dignas de trabalho e apoio para que também possam cuidar de si.
Afinal, quem dedica tanto da própria vida à formação de outras pessoas também merece ser cuidado.
Um professor pode marcar uma vida inteira. Às vezes, uma palavra de incentivo permanece na memória por décadas. Um gesto de acolhimento pode devolver a uma criança a coragem de tentar. E um olhar que reconhece seu valor pode mudar a maneira como ela enxerga a si mesma.
Que nunca nos esqueçamos de que, por trás de cada aluno, existe uma história. E, diante de cada história, existe um professor com a oportunidade de fazer a diferença.
A todos os professores, minha admiração, gratidão e carinho.
Que vocês nunca percam a esperança de que o conhecimento transforma, o afeto aproxima e a educação pode abrir caminhos que antes pareciam impossíveis.
Feliz Dia dos Professores! 🌷
Com carinho,
Dra. Nádia Martins
Nem tudo saiu como planejamos. Mas vivemos o que realmente importava. ❤️
Nossa viagem a Bonito teve passeios que não aconteceram, chuva, mudanças de planos e alguns imprevistos.
Mas também teve conversas, risadas, comida gostosa, sorvete, um gatinho simpático e momentos preciosos em família.
Escolhemos receber os acontecimentos com fé e entender que nem tudo precisa acontecer do nosso jeito para que possamos encontrar motivos para agradecer.
Uma das maiores alegrias foi ver nosso filho convivendo com os avós. Moramos longe e sabemos que o tempo compartilhado com eles é um presente que merece ser valorizado.
Voltamos para casa em paz, com o coração grato e a saudade já apertando.
Que nunca nos falte sabedoria para reconhecer que, muitas vezes, o que nossos filhos mais precisam não é de uma programação perfeita, mas da nossa presença.
Os planos podem mudar. O amor que construímos nos pequenos momentos permanece. 🙏🏼❤️
E você, já viveu uma situação em que os planos mudaram, mas acabou descobrindo algo especial no caminho?
Ontem à tarde, o nosso Spock nos deixou. 🤍
A nossa família está muito triste com a sua partida.
Foram quase 14 anos de carinho, amor e companheirismo. Quase 14 anos em que ele esteve presente em tantas histórias, mudanças, chegadas e perdas.
Spock sempre foi cuidadoso e companheiro com os nossos filhos e também com os seus irmãos de pelo. Tinha um jeito silencioso e especial de estar por perto, cuidando, acompanhando e fazendo parte da vida de todos nós.
Acompanhou o curto tempo de vida da Melissa, cresceu com o Dudu e se tornou o melhor irmão que ele poderia ter tido.
Ele amava estar pertinho do Dudu.
Enquanto o Dudu estudava, Spock estava ali.
Enquanto brincava, ele estava ali.
Assistindo TV, jogando, dormindo… ele estava ali.
Nos últimos meses, o tempo precisou desacelerar para mim.
A cada banho, secagem, troca de curativos e medicação, meu coração doía. Porque, no fundo, eu já sabia que precisava aproveitar cada segundo e estar atenta a cada detalhe para que ele pudesse partir com qualidade de vida e dignidade.
Eu queria que, até o último momento, ele tivesse a certeza de que nunca lhe faltaria amor.
Agradeço ao meu marido, Denis, por todo o suporte, incentivo e parceria para que pudéssemos cuidar dele da melhor forma possível.
E agradeço especialmente ao meu filho, Dudu, que demonstrou, a cada segundo ao lado do Spock, o quanto o amava.
Com palavras.
Com abraços.
Com beijos.
Com colo.
Com presença.
Talvez seja essa uma das maiores lições que o Spock nos deixa: amar também é permanecer. É cuidar. É estar presente. É fazer o possível para que aquele que amamos tenha dignidade, conforto e amor até o fim.
Agora, meu querido filho de pelo, você pode descansar.
Que você volte a correr sem dor e encontre seus irmãos, Melissa e João, no céu. 🌈🤍
Obrigada por quase 14 anos de amor, Spock.
Você não foi apenas o nosso gato.
Você foi família.
E continuará sendo parte da nossa história para sempre. 🐾🤍
QUANDO SEU FILHO CHEGA DA ESCOLA RECLAMANDO, VOCÊ SABE COMO ACOLHER E ORIENTAR?
Uma criança pode sofrer na escola por diferentes motivos: não ser ouvida, sentir-se excluída, enfrentar conflitos com colegas ou vivenciar situações em que suas necessidades não são compreendidas.
E, junto com a dor da criança, surgem as dores da mãe: preocupação, medo, culpa e a sensação de não saber exatamente como agir.
Mas existe uma diferença importante entre acolher o sofrimento e ensinar habilidades para lidar com os conflitos.
Nossos filhos precisam aprender a:
✨ Reconhecer o que sentem.
✨ Expressar suas necessidades.
✨ Estabelecer limites.
✨ Procurar ajuda quando necessário.
✨ Entender que não precisam aceitar o desrespeito.
E a escola também precisa assumir sua responsabilidade na construção de relações seguras e inclusivas.
A criança não deve carregar sozinha a responsabilidade de resolver situações de bullying, humilhação ou exclusão.
💬 Me conte nos comentários: quando seu filho chega em casa reclamando de algo que aconteceu na escola, qual é a sua maior dificuldade?
Você consegue acolher primeiro ou sente vontade de resolver tudo imediatamente?
RelaçõesFamiliares Neurodivergência
Você já passou por isso?
Encontrar uma cartinha assim, aquece o coração.
Que esse amor e sentimento de gratidão esteja sempre presente.
Conectar-se com a Espiritualidade e levar os bons exemplos adiante é o combustível que nos move diariamente.🥰🙌🏻🙏🏻
Será que seu filho se sente suficiente?
Essa pergunta pode doer um pouco em nós, mães.
Porque fazemos tanto pelos nossos filhos.
Elogiamos, incentivamos, protegemos, tentamos não repetir os erros que vivemos na nossa própria infância...
Mas, às vezes, sem perceber, a criança pode aprender que precisa acertar, agradar, obedecer ou corresponder às expectativas para se sentir importante.
E é aí que precisamos diferenciar duas coisas:
“Eu amo o que você fez.”
de
“Eu amo quem você é, independentemente do que você faz.”
Seu filho precisa saber que pode tirar uma nota ruim, errar, ficar bravo, discordar, não conseguir e até decepcionar você...
e ainda assim continuar sendo amado.
E existe uma reflexão ainda mais profunda:
🌱 Como você trata a si mesma quando erra?
Porque nossos filhos também aprendem autoestima observando a nossa relação com nós mesmas.
Talvez hoje você não precise fazer mais pelo seu filho.
Talvez precise apenas dizer:
“Você não precisa ser perfeito para ser amado. Você é suficiente exatamente por ser você.”
E lembre-se:
Mãe sem culpa não é mãe sem erros.
É uma mãe que aprende, repara e recomeça. ❤️
Se essa mensagem falou com você, salve para reler e compartilhe com outra mãe.
ConexãoFamiliar InteligênciaEmocional MaternidadeSemCulpa DraNadiaMartins
O que acontece quando uma pessoa passa a vida ouvindo mais sobre suas limitações do que sobre suas capacidades?
Na última sexta-feira, vivi uma experiência que me fez refletir profundamente.
🎤 Ministrei uma Palestra para mulheres surdas em parceria com Secretaria Executiva da Mulher e Prefeitura de Campo Grande-MS
Saúde mental • autoestima • relações
Falamos sobre caminhos para
✨ Reconhecer suas qualidades.
✨ Fortalecer a autoestima.
✨ Estabelecer limites.
✨ Comunicar-se com mais clareza.
✨ Aprender a lidar com pessoas difíceis.
Porque saúde mental não é apenas cuidar daquilo que dói.
É também aprender a se respeitar.
E essa experiência me lembrou de algo essencial:
Inclusão não é apenas estar presente.
É sentir que você é vista, respeitada e valorizada.
Quando uma pessoa reconhece o próprio valor, ela começa a se posicionar de outra maneira.
E isso transforma relações.
Transforma a convivência.
Transforma a forma como trabalhamos.
Transforma a própria vida.
É esse tipo de experiência que levo para minhas palestras:
conhecimento + reflexão + participação + aplicação prática.
🎤 Palestras e workshops para
empresas • escolas • instituições • eventos
Dra. Nádia Martins
Pós-Doutora em Neurociências
Palestrante | Mentora | Psicoterapeuta Integrativa
📩 Entre em contato para levar essa experiência ao seu público.
Você tem se escutado?
Entre tantas responsabilidades, é fácil esquecer de olhar para quem também precisa de cuidado: você.
Cuidar da saúde não é apenas tratar doenças. É perceber os sinais do corpo, reconhecer as emoções, valorizar suas conquistas, respeitar seus limites e saber quando é hora de pedir ajuda.
E, nas nossas relações, nem sempre podemos escolher o comportamento do outro. Mas podemos aprender a compreender melhor, comunicar o que sentimos e escolher como responder — sem perder a nossa identidade e a nossa paz.
Era para ser um domingo especial.
Café da manhã em família, uma mesa bonita, um passeio no parque...
Mas, antes mesmo de o dia começar, surgiu uma necessidade que não podia esperar.
Um pet idoso precisava de cuidado.
E, de repente, os planos precisaram parar.
A casa precisava ser limpa.
O animal precisava de banho.
E todos precisaram colaborar.
Talvez você já tenha vivido algo parecido.
Um filho que adoece justamente quando você tinha um compromisso.
Um pai ou uma mãe que começa a precisar de mais cuidados.
Um familiar que recebe uma notícia inesperada.
Um amigo que precisa de você.
Um pet que envelhece e passa a depender mais da sua atenção.
A vida nem sempre avisa quando vai mudar os nossos planos.
E, quando isso acontece, podemos nos irritar, reclamar, tentar controlar tudo...
Ou podemos parar.
Parar para perceber quem está precisando de nós.
Parar para acolher.
Parar para perguntar:
“Como eu posso ajudar?”
Naquele dia, cada um fez a sua parte.
Enquanto alguém cuidava do animal, outro cuidava da casa.
Depois, quando tudo se acalmou, houve espaço para o abraço, para a brincadeira, para o futebol, para a corrida, para as risadas.
O dia não aconteceu como estava planejado.
Mas aconteceu algo talvez ainda mais importante:
eles estiveram presentes uns para os outros.
Porque empatia não é apenas compreender o que o outro sente.
É perceber a necessidade do outro e estar disposto a fazer alguma coisa a respeito.
E cooperação também é uma forma de amor.
É quando deixamos de perguntar
“Por que isso está acontecendo comigo?”
e começamos a perguntar:
“O que podemos fazer juntos diante disso?”
A vida vai fugir do nosso controle muitas vezes.
Vamos ter planos interrompidos, imprevistos, doenças, perdas, envelhecimento, preocupações e dias difíceis.
Não podemos controlar tudo o que acontece.
Mas podemos escolher como vamos atravessar essas situações e quem queremos ser uns para os outros enquanto atravessamos.
Talvez a sua família não esteja precisando de mais um dia perfeito.
Talvez esteja precisando de alguém que pare.
Que olhe.
Que escute.
Que ajude.
Que esteja presente.
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