Isadora Varga Psicóloga
Terapia Comportamental Dialética 🌻
Aprenda habilidades da DBT para lidar melhor com as emoções.
O medo da rejeição nem sempre aparece de forma óbvia.
Às vezes, ele se esconde em pequenas escolhas do dia a dia: concordar quando queria discordar, evitar conflitos, dizer “sim” para não decepcionar ou esconder partes de si para ser aceito.
Com o tempo, esse padrão pode enfraquecer a autoestima e fazer você se afastar da própria identidade.
Na psicoterapia, aprendemos que construir relações saudáveis também passa por desenvolver limites, autenticidade e regulação emocional. Você não precisa deixar de ser quem é para merecer afeto.
💛 Você já percebeu alguma vez que estava tentando agradar mais os outros do que a si mesmo?
O medo da rejeição nem sempre se apresenta de forma evidente.
Muitas vezes, ele aparece em comportamentos que parecem gentileza, perfeccionismo ou excesso de cuidado com o outro. O problema é quando essas atitudes deixam de ser uma escolha e passam a ser uma tentativa constante de evitar a desaprovação.
Na psicoterapia, investigar esses padrões ajuda a compreender como eles afetam a autoestima, os relacionamentos e a forma como você se posiciona no mundo.
Reconhecer esses sinais não significa que há algo de errado com você. Significa que existe a oportunidade de construir relações mais autênticas, sem precisar esconder quem você é para se sentir aceito.
💬 Qual desses comportamentos mais chamou sua atenção?
Você sente que precisa prever tudo para conseguir relaxar?
A necessidade constante de controle costuma caminhar junto com a ansiedade. Aos poucos, ela faz a gente gastar energia tentando evitar o imprevisível, em vez de aprender a lidar com ele quando acontece.
Na Terapia Comportamental Dialética (DBT), trabalhamos habilidades que ajudam a desenvolver mais flexibilidade emocional e presença, mesmo diante das incertezas da vida.
💬 Você se identifica com essa necessidade de controlar tudo?
22/07/2026
Crises emocionais não marcam hora.
Elas aparecem no trânsito, no trabalho, antes de dormir, no meio de uma discussão. Ou quando ninguém está vendo.
Nesses momentos, tentar “pensar positivo” quase nunca funciona. O cérebro precisa primeiro sair do modo sobrevivência para conseguir raciocinar com clareza.
As habilidades da DBT fazem exatamente isso: ajudam você a atravessar a onda sem agir no impulso.
Elas não substituem a terapia, mas podem ser um primeiro socorro emocional enquanto a intensidade da emoção diminui.
Salve este post. Você pode não precisar dele hoje. Mas pode agradecer por ter salvo no dia em que a crise aparecer.
A ansiedade costuma ser tratada como um problema que precisa desaparecer o mais rápido possível.
Mas e se, antes de tentar calá-la, você tentasse entendê-la?
Na DBT, aprendemos que toda emoção tem uma função. A ansiedade, na maioria das vezes, surge quando o cérebro identifica uma possível ameaça, mesmo que ela não represente um perigo real naquele momento.
Observar essa emoção com curiosidade, em vez de reagir automaticamente a ela, pode mudar a forma como você lida com o que sente.
Sentir ansiedade não significa que ela precisa tomar as decisões por você.
Se esse vídeo fez sentido, salve para rever quando a ansiedade aparecer e compartilhe com alguém que precisa dessa perspectiva.
“Todo mundo faz isso.” É verdade.
A diferença está na frequência, na intensidade e, principalmente, no impacto que esses comportamentos têm na sua vida.
Quando isso começa a atrapalhar o trabalho, os estudos, os relacionamentos ou até a forma como você enxerga a si mesmo, vale a pena investigar.
O TDAH vai muito além da distração. E receber informação de qualidade ajuda a trocar culpa por compreensão.
Ao longo desta semana, vou falar sobre o TDAH com base em ciência, acolhimento e estratégias que realmente fazem diferença.
Também vou mostrar como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) pode ajudar no desenvolvimento de habilidades para lidar com os desafios do dia a dia.
⚠️ Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação profissional.
Conta aqui nos comentários: qual dessas situações acontece com mais frequência com você?
“Todo mundo faz isso.”
É verdade.
A diferença está na frequência, na intensidade e, principalmente, no impacto que esses comportamentos têm na sua vida.
Quando isso começa a atrapalhar o trabalho, os estudos, os relacionamentos ou até a forma como você enxerga a si mesmo, vale a pena investigar.
O TDAH vai muito além da distração. E receber informação de qualidade ajuda a trocar culpa por compreensão.
Ao longo desta semana, vou falar sobre o TDAH com base em ciência, acolhimento e estratégias que realmente fazem diferença. Também vou mostrar como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) pode ajudar no desenvolvimento de habilidades para lidar com os desafios do dia a dia.
⚠️ Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma avaliação profissional.
Conta aqui nos comentários: qual dessas situações acontece com mais frequência com você?
13/07/2026
Hoje é o Dia Mundial de Conscientização sobre o TDAH.
Durante muito tempo, pessoas com TDAH ouviram que eram preguiçosas, desorganizadas, desinteressadas ou que simplesmente “não se esforçavam o suficiente”. Mas nenhuma dessas frases explica o que realmente acontece.
O TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento que pode impactar atenção, organização, planejamento, memória de trabalho e controle dos impulsos. Isso não define quem a pessoa é, mas ajuda a entender por que algumas tarefas parecem muito mais difíceis.
Quando existe informação, existe menos culpa. Quando existe diagnóstico, existe a possibilidade de buscar estratégias adequadas e uma vida com mais qualidade.
Se esse conteúdo fez sentido para você, salve para reler quando precisar e compartilhe com alguém que ainda acredita que TDAH é apenas falta de atenção.
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