Personal Quality

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A Personal Quality é uma empresa do ramo da saúde e estética, o setor de atuação é a atividade física.

Foi criada no ano de 2005,
quando os amigos Alan Elias e Kilke Douglas após praticarem diversos esportes competitivos ingressaram no curso superior de Educação Física e verificaram a carência de pessoas baseadas em evidências cientificas para a
orientação da atividade física, seja ela para performance ou no direcionamento em um estilo de vida saudável. A partir dessa análise, montaram uma socied

Photos from Personal Quality's post 30/11/2023

A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL PODE SUBSTITUIR UM TREINADOR?

E ai o que vocês acham?



Referências:
Washif, J. D. et. al. Artificial intelligence in sport: Exploring the potential of using ChatGPT in resistance training prescription. Biol Sport. 2023;41(2):209–220.

31/03/2023

É sobre você e sua superação!

24/12/2022

Natal é tempo de agradecer! Grato por sua confiança e companheirismo neste ano.

Que Deus abençoe você e toda a sua família!

Feliz Natal!

09/11/2022

Alimente-se adequadamente > treine com intensidade e volume adequado > trabalhe > estude > durma > repita!

Seja paciente, seu corpo ira recompensar!

12/10/2022

FELIZ DIA DAS CRIANÇAS, ESTIMULE O SEU FILHO AO COMPORTAMENTO SAUDÁVEL!

Hoje em dia, o sedentarismo é uma das principais causas do sobrepeso infantil e dos adolescentes. De acordo com a GLOBAL BURDEN OF DISEASED (2017), é que 107,7 milhões de crianças em todo o mundo foram considerados obesas. Isso pode impactar drasticamente na qualidade de vida desses indivíduos, assim como nos gastos com saúde!

Várias estratégias são debatidas por profissionais da saúde para que essas crianças deixem de ser hipocinéticas e melhorem a sua composição corporal.
O mais interessante é que apesar da contribuição nessa meta, a atividade física por si só, não é a melhor estratégia.

Uma meta análise realizada por Feng et. al. (2017), verificou as melhores estratégias de intervenções escolares no processo de emagrecimento em crianças obesas. A qualidade de cada estudo incluído (77 no total) foi avaliada usando a Ferramenta Eficaz de Avaliação de Qualidade de Projeto de Prática de Saúde Pública. Dentro das táticas, as intervenções abrangentes que envolvem atividade física e educação em saúde foram mais eficazes do que apenas os exercícios em estudos de prevenção e tratamento de obesidade.

Por consequência, a escola pode intervir consideravelmente na saúde dos pequenos, desde que elabore corretamente uma estratégia sobre o tema. Porém, a importância dos pais envolverem-se com a saúde dos filhos é ainda maior, já que a acessibilidade a tecnologia, a alimentos com alto teor calórico, a atividade física, a consulta com profissionais de saúde, depende diretamente da atitude dos pais!

Ajude o seu filho nesse processo, pois nessa fase a criança adquire vários hábitos que provavelmente serão mantidos ao longo da sua vida adulta, e o sedentarismo é um deles.



Referências:

FENG, L. et. al. Systematic review and meta-analysis of school-based obesy interventions in Mainland China. Journal ONE 12 (9). e0184704.

GLOBAL BURDEN OF DISEASE. Health effects overweigth and obesity in 195 Countries over 25 years. New England Journal Medicine, v.377, p. 13-27, July 6, 2017.

15/09/2022

PERDA DE PESO E EFEITOS PSICOLÓGICOS!

Um dos maiores desafios para pessoas que atingem o emagrecimento é a recuperação do peso perdido após determinado período, pois o sucesso na manutenção do peso é muito baixo, demonstrando que a maior parte das estratégias não são sustentáveis. Fatemeh et. al (2014), relata que a cada 100 pessoas que tentam emagrecer, apenas 20 estão magras depois de 1 ano e somente 4 dessas sustentam o peso depois de 2 anos.

Vários fatores estão envolvidos na recuperação do tecido adiposo, entre eles estão respostas biológicas associadas ao encolhimento induzido pela perda de peso de adipócitos subcutâneos; questões hormonais; sociais, nutricionais e psicológicas. Assim, no processo de emagrecimento deve-se ter em mente que incluir mudanças radicais pode além de não favorecer a aderência alimentar a médio prazo, gerar alterações psiquícas no indivíduo (como o estresse por exemplo).

Mas se a redução drástica do peso pode gerar alterações psicológicas o que devo fazer? Booth et. al (2018), realizou uma meta-análise de estudos randomizados sobre os efeitos da dieta na condição psicológica de sobrepesos e obesos (615 participantes, sendo 502 mulheres, faixa etária de 20 a 80 anos). Os estudos incluídos foram os que contabilizaram perdas de 0.9- 20.5 kg com média de 3 a 12 meses, ou seja, uma redução do peso gradativa. Os achados mostram que não houve alterações psicológicas com a redução do peso durante esse período.

Assim, manter perdas moderadas de massa gorda ao longo do mês pode favorecer a psique, contribuindo na adesão do comportamento saudável e no sucesso do emagrecimento. Além disso, o acompanhamento por uma equipe multidisciplinar (personaltrainer, nutricionista, psicólogo e médico) podem motivá-lo a aderir e sustentar os hábitos necessários para alcançar suas metas!

Ressalta-se também que em algumas situações (obesidade morbida com risco de morte, alta desmotivação,...) as restrições mais severas podem ser empregados. Todavia, é importante conversar com o seu médico e nutricionista!



Referências:

BOOTH, A. et. al. Diet-Induced Weight Loss Has No Effect on Psychological Stress in Overweight and Obese Adults: A Meta-Analysis of Randomized Controlled Trials. Nutrients. 2018 May; 10(5): 613.

FATEMEH, A. S. et. al. Weight loss maintenance: A review on dietary related strategies. J Res Med Sci. 2014 Mar; 19(3): 268–275.

VAN BAAK, M. A. et. al. Mechanisms of weight regain after weight loss - the role of adipose tissue. Nat Rev Endocrinol. 2019 May;15(5):274-287

01/09/2022

Parabéns para todos os amigos e professores que são profissionais da Educação Física pelo seu dia!

08/07/2022

EU SÓ QUERO PERDER A BARRIGA! SERÁ MESMO QUE É SÓ ISSO?

Já estamos na metade do ano, e boa parte das pessoas começam a ficar preocupadas com a composição corporal! Não tem problema nenhum em querer ficar com o percentual de gordura ideal, com a massa muscular mais desenvolvida (apesar de que essa conquista só pode ser obtida através de meses/anos de treinamento e não só no verão), mas é importante atentar-se para outras valências físicas, como força muscular, capacidade cardiorrespiratória, resistência muscular localizada e flexibilidade que estão diretamente ligadas a saúde.

Cornachia e Bompa (2000), já alertavam sobre o treinamento visando a hipertrofia "fortaleça o tronco para depois os membros", ou seja, uma desproporção de força entre inferiores e tronco por exemplo, dificultará a realização de um agachamento com intensidades elevadas!

Ainda, fatores como a simetria dos membros superiores, inferiores, tronco e a postura são determinantes para uma aparência adequada. Muitos indivíduos que apresentam a curvatura lombar excessiva (hiperlordose), apesar de estar com o percentual de gordura adequado, possuem o abdômen proeminente, prejudicando sua aparência corporal (VERDERI, 2005).

Dessa maneira, grande parte das pessoas querem melhorar sua aparência física, entretanto, o profissional de educação física deve ter um olhar mais crítico, pensando não só na aparência, como também na segurança e outros aspectos que estão envolvidos, e uma ferramenta valiosa para o diagnóstico dessas peculiaridades é a AVALIAÇÃO FÍSICA!





Referências:

CORNACHIA, L. J.; BOMPA, T. O. Treinamento de força consciente. Phorte, 2000.

NATIONAL STRENGTH AND CONDITIONING ASSOCIATION. Guia para avaliações do condicionamento físico. Barueri, São Paulo: Manole, 2015.

VERDERI, E. Programa de educação postural. MÉTOSO PEP REORGANIZAÇÃO FUNCIONAL ARTICULAR. Phorte, 2005.

Photos from Personal Quality's post 30/06/2022

Quantos quilos(kg) de músculos eu consigo ganhar com o treinamento de força?

Ao iniciar um programa de treinamento de força, muitos indivíduos ficam ansiosos com a demora no ganho de músculos, e acabam ou desistindo do programa de treinamento ou recorrendo a recursos que podem gerar efeitos colaterais.

Entenda os fatores que interferem nesses ganhos, quanto é possivel ganhar mensalmente e o que fazer para otimizar a hipertrofia!



Referências:

BEAN, A. Guia completo do treinamento de força. São Paulo: Manole, 1999.

CHARRO, M. A.; FIGUEIRA JUNIOR, A.; JOÃO, G. A. (organizadores).Tratado de Musculação. 1a edição- São Paulo: Phorte, 2020.

HALUCH, D. Nutrição no fisiculturismo- dieta, metabolismo e fisiologia. Florianopolis: Letra Contemporânea, 2018.

KERSEY, R. D. et. al. National Athletic Trainer's Association Position Statement: Anabolic-Androgenic Steroids. Journal of Athletic Training 2012; 47(5):567-588.

SALLES, B. F. Métodos de treinamento de força e hipertrofia: da teoria à prática. 1 edição. Belo Horizonte: Livro na Mão, 2020.

SCHOENFELD, B. Science and development of muscle hypertrophy. Human Kinetics Publishers; 2nd ed. Edição (20 abril 2020).

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